Compressor de ar é equipamento pesado e a logística pesa no orçamento. Por isso montamos as páginas por estado e por cidade: o que muda de uma praça para outra é o acesso, a energia disponível no local e o tipo de aplicação que predomina ali.
Como a cobertura funciona
Cada estado tem uma página com o panorama da região: os polos que concentram demanda, como a distância entre eles afeta a mobilização do equipamento e quais aplicações aparecem com mais frequência. Dentro dela ficam as cidades onde o atendimento é mais frequente.
Se a sua cidade não tem página própria, isso não quer dizer que não atendemos. Quer dizer que a demanda de lá ainda não justificou uma página separada. Use a página do estado e descreva a operação no formulário.
O que muda de uma praça para outra
- Energia no local. Frente de obra sem ligação elétrica pede compressor portátil a diesel. Galpão com trifásico disponível trabalha melhor com parafuso elétrico, que consome menos por pcm entregue.
- Acesso. Unidade rebocável precisa de caminhão e de espaço para manobra. Em obra urbana com rua estreita ou em subsolo, isso define o porte do equipamento antes de qualquer outra conta.
- Aplicação predominante. Jateamento consome muito mais ar que ferramenta de oficina. Um bico de 1/4 de polegada a 7 bar já pede perto de 100 pcm sozinho.
- Qualidade do ar exigida. Pintura, alimentício e instrumentação pedem secador e filtro. Rompedor e sopro não pedem, e pagar por tratamento nesse caso é dinheiro fora.
Antes de pedir orçamento
Cinco informações resolvem a especificação sem ida e volta: a vazão simultânea em pcm, a pressão de trabalho em bar, quantas horas por dia o equipamento roda, a qualidade de ar que a aplicação exige e se existe energia elétrica no ponto de instalação. Se algum desses números você ainda não tem, descreva a operação que a gente ajuda a levantar.
13 estados atendidos